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[21/05/2009] As pessoas mais criativas do mundo dos negócios
(Época Negócios) Clique na imagem para ler a matéria
[08/05/2009] Impressora de alta velocidade substitui cartuchos por tinta sólida
(www.g1.com.br) Clique na imagem para ler a matéria
[08/05/2009] O branding e o bonding perfeito
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 10, por Adriana Cury – Redatora publicitária e ex-presidente da McCann Erikson Brasil)
Oferecer o melhor deixou de ser vantagem. Agora é obrigação.
Vem daí, que a batalha para aumentar as vendas e melhorar as margens está ficando bem mais complicado. Para estabelecer um diálogo com o consumidor, você precisa encontrar um jeito mais inteligente.
Foi exatamente isso que discutimos ad nauseam em Londres, no júri de campanhas de comunicação integrada do Festival D&AD. Eu e mais 9 profissionais ligados a diferentes grupos internacionais de comunicação.
Hoje quem manda no jogo é o consumidor, que escolhe como, quando e o quê consumir na mídia.
É por isso que está cada vez mais difícil medir as fronteiras que antes separavam o marketing direto, a promoção, a ativação de marca, a propaganda tradicional, a internet , as ações de RP. Se você quer pegar esse cara pela veia, é melhor usar tudo isso e mais um pouco.
A arma chama-se campanha integrada – ou comunicação multidisciplinar, como eu prefiro chamar. Está ancorada num argumento central que precisa ser forte e neutro o suficiente para ser explorado criativamente em cada ponto de contato com o seu público. Pode começar através de um folheto, uma ação de ativação, o que for mais estratégico.
A idéia é surpreender. Levar o consumidor a um território onde só exista ele e a sua marca. Uma paixão que seja fulminante, duradoura e, acima de tudo, imune a infidelidades.
Enfim, o bonding perfeito.
Leia a matéria completa aqui.
[15/04/2009] Como levar vantagem na base da imitação
Por Marcelo Zorzanelli
Há duas formas de colocar um novo produto à venda. A primeira dá trabalho e custa dinheiro. Sem contar o investimento direto na produção, os empresários que investem em inovação arcam com despesas que vão da pesquisa de mercado ao desenvolvimento da marca propriamente dita. Um dos gastos é com a “cara” do produto. Publicitários, designers e marqueteiros trabalham para criar embalagens, logomarcas e campanhas que ajudem o novo produto a entrar na lista de preferências do consumidor.
A outra forma é pegar carona numa marca consagrada. Não dá trabalho e custa pouco. O empresário que prefere levar vantagem na base da imitação se apropria de características que definem um produto já existente e faz apenas algumas alterações para enganar o consumidor com sua cópia. Exemplos dessa apropriação indébita não faltam. A distribuidora de combustíveis BR, por exemplo, tem um concorrente chamado 13R, que usa um logotipo quase idêntico para atrair clientes (confira as imagens abaixo).
Leia a matéria completa: Revista Época
[08/04/2009] Crise não derruba o valor das marcas
São Paulo, 8 de Abril de 2009 – A crise financeira internacional, deflagrada em setembro, não impediu que as marcas se valorizassem em 2008 no Brasil. Levantamento da Brand Finance divulgado ontem mostra que, na soma geral das 100 maiores marcas do País, enquanto o valor de mercado das empresas listadas em bolsa caiu 25,3% no ano passado, a soma do valor das marcas aumentou 5,7%. Bancos, empresas de telecomunicações e de alimentos influenciaram a alta – uma vez que as de commodities (matéria-prima exportável) perderam valor de mercado e de marca. Pelo segundo ano consecutivo, a marca mais valiosa do Brasil é a do Bradesco: R$ 16,2 bilhões, mais que o dobro de 2007, quando estava avaliada em R$ 7,3 bilhões.
Os bancos lideram o ranking: Itaú em segundo lugar (R$ 11,8 bilhões) e Banco do Brasil (R$ 7,4 bilhões) em terceiro. Gilson Nunes, sócio da Brand Finance América do Sul, explica que o desempenho extraordinário dos bancos ocorreu porque houve migração de clientes. Segundo ele, muitos saíram de pequenas e médias instituições, com medo que quebrassem. Além disso, segundo ele, o sistema financeiro é bem desenvolvido no Brasil. Ele acrescenta que os três primeiros têm marcas que traduzem confiança.
Domingos Abreu, diretor-executivo do Bradesco, acredita que uma série de fatores tenha influenciado para que a instituição seguisse na liderança. “É um conjunto de coisas: o modelo de negócio, que valoriza e se vale do valor da marca e a gestão com ética e com relação próxima ao cliente, entre outros. O trabalho agora é de manutenção”, diz. Ele acrescenta que os bancos brasileiros se mantiveram bem porque têm um modelo de gestão que consistente.
A subida no ranking da Vivo e a entrada da Claro no top das 100 maiores marcas do País mostra o bom desempenho do setor de telecomunicações. A Vivo ficou em 6º lugar – ante a 9º do ano passado -, avaliada em R$ 5,9 bilhões (no ano anterior foi de R$ 5,8 bilhões). Segundo ele, a portabilidade movimentou o mercado. Além disso, há uma demanda reprimida no setor. Das telefônicas, apenas a Tim perdeu valor de marca. Na avaliação de Nunes, isso ocorreu porque em 2008 a empresa perdeu muitos clientes e foi a segunda na lista de reclamações do Procon. A marca saiu da 29ª para a 37ª posição, passando de um valor de R$ 2,3 bilhões para R$ 2 bilhões – perda de 14%.
Outro setor em destaque, de acordo com o sócio da empresa, foi o de alimentos, cujo consumo manteve-se constante. Neste segmento, Nunes destaca as não-exportadoras, uma vez que empresas de alimentos como a Sadia, por exemplo, perderam valor. “Há uma parcela do público consumidor que é leal, que não troca de marca mesmo na crise”, afirma. E observa que foi este o tipo de empresa (com consumidor fiel) que elevou o seu valor em 2008.
Perdas
Mas nem tudo foram flores para as marcas brasileiras. Aquelas que trabalham com produtos exportados tiveram depreciação no seu valor. É o caso, por exemplo, da Petrobras, cujo valor caiu de R$ 6,2 bilhões para R$ 5,9 bilhões. Apesar disso, a empresa passou de 8ª para 7ª no ranking. Isso porque, segundo Nunes, algumas empresas perderam mais, o que ajudou a Petrobras a subir. No entanto, quando se compara com 2006, a perda da empresa é muito maior. Naquele ano, a Petrobras era a marca mais valiosa do Brasil. Mas Nunes lembra que o valor do petróleo hoje é cerca de um quarto o daquela época. Outro fator é que a empresa enfrentou problemas ambientais que repercutiram negativamente.
Nunes diz que, em empresas de commodities, o valor da marca é naturalmente menor e, além disso, o preço do produto é determinado pelo mercado internacional, reduzindo desta forma também o valor de mercado da empresa. Entre as companhias do setor de commodities, a que mais perdeu valor de marca foi a Sadia. Em 2007, ela era avaliada em R$ 4 bilhões e, no ano passado, ficou em R$ 2,1 bilhões – variação negativa de 47%. Com isso, a empresa caiu da 17ª posição para a 32ª no ranking. Ele acredita que, apesar do problema em todo o setor de commodities, a Sadia foi influenciada pelas notícias negativas a respeito da organização. “A exportação menor e o prejuízo impactaram no valor da marca”, analisa Nunes. Empresas nestes casos, para o especialista, vão demorar entre três e quatro anos para recuperarem seu valor de marca. “A pancada foi muito grande”. Nos demais casos, em 2009 já haverá recuperação, na avaliação dele, pois “o pior momento da crise já passou”.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 8)(Neila Baldi)
[30/03/2009] Linux é referência das marcas open source
SÃO PAULO – O sucesso do Linux foi o exemplo evocado por Abel Reis, presidente da AgênciaClick, para ilustrar como as empresas devem trabalhar a sua marca nas redes sociais com o open source branding.
“As pessoas não querem mais só olhar, elas querem dialogar, participar e interagir com a marca. O open source mostra bem o que é isso. O Linux, por exemplo, é um misto de colaborações de pessoas que possivelmente nunca se viram na vida. É a liberdade de compartilhar e colaborar sem restrições, criando um custo próximo ao zero.”
Leia a matéria completa no site da revista Info.
[06/03/2009] Vitra reúne toda expressão do design. Weil am Rhein (Alemanha), 6 de Março de 2009 – Ninguém poderia imaginar que de uma simples coleção de cadeiras nasceria um dos mais expressivos museus de design do mundo. Criado há 20 anos por Rolf Fehlbaum, à beira da estrada Charles-Eames – que liga a cidade de Basileia, na Suíça, a Weil am Rhein, na Alemanha -, o Vitra Design Museum foi desenhado pelo arquiteto Frank Gehry. A instituição abrigará, em maio, uma exposição em homenagem aos irmãos Campana, famosos designers brasileiros. E1(Gazeta Mercantil/1ª Página – Pág. 1)(Anna Lúcia França)
[Março/2009] Vídeo mostrando brincadeiras com marcas em meio à crise. Veja aqui.
[03/03/2009] Grupo nacional recompra marca Maguary. Meio e Mensagem.

Companhia Tavares de Melo readquiriu a marca de sucos, que estava nas mãos da multinacional norte-americana Kraft Food desde o ano 2000
O grupo pernambucano Tavares de Melo recomprou a marca de sucos Maguary, que desde o ano 2000 pertencia à multinacional Kraft Foods. O grupo era detentor da Maguary há 25 anos, quando decidiu vendê-la para a corporação Souza Cruz que, posteriormente, a comercializou com a Kraft.
A negociação foi fechada nessa última segunda-feira, 2, e o valor de venda não foi revelado.Atualmente, a Maguary é a líder no segmento de sucos concentrados do Brasil, setor que movimenta cerca de R$ 400 milhões por ano.
A negociação teria sido motivada por interesse das duas partes. De acordo com o controlador do grupo, Romildo Tavares de Melo, a marca Maguary tem uma simbologia muito grande para a família e o interesse em readquiri-la aumentou após a aquisição de 54% das ações da marca Dafruta – também do setor de sucos – em dezembro do ano passado.
Para a Kraft Foods a venda da marca Maguary também foi interessante, uma vez que a multinacional pretende concentrar os seus negócios no País na produção de biscoitos, chocolates e bebidas em pó. A Maguary havia sido adquirida pela companhia em conjunto com as operações da Nabisco, no ano 2000.
Embora ainda não tenha decidido a maneira pela qual irão trabalhar cada uma das marcas, a família Tavares afirma que focará a produção de sucos de caixinha, mercado atualmente é dominado pela Coca-Cola (com as marcas Del Vale e Sucos Mais). Nesse segmento, a participação da Maguary e da Dafruta são muito baixas, chegando ao nível de 5% do total de vendas.
Com informações de O Estado de S.Paulo.

[Fev./2009] Todo poder ao design. Gigantes dos produtos de consumo recrutam designers para o topo da hierarquia corporativa como forma de valorizar suas marcas – e ganhar competitividade. Revista EXAME. Ler aqui.
[27/02/2009] Crise: marcas próprias ganham mais espaço. A crise financeira internacional já mudou os hábitos dos brasileiros (…).Pequenas empresas grandes negócios. Ler aqui.
[26/02/2009] O mundo das marcas em Salvador. Marcas fazem de tudo para se destacar em meio à multidão no Carnaval da capital baiana (…). Meio e Mensagem. Ler aqui.

